Prefeitura de Passos irá cadastrar produtores de frango caipira

Prefeitura de Passos irá cadastrar produtores de frango caipira

A Prefeitura de Passos, através do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) da Secretaria de Meio Ambiente, Agropecuária e Abastecimento (Semab), irá identificar e cadastrar os micros e pequenos produtores de frango caipira que atuam no município.

O objetivo é enquadrar esse setor nas normas sanitárias e possibilitar a ampla comercialização em Passos. O assunto será tratado em reunião com os produtores nesta quinta-feira (16), no anfiteatro da Casa da Cultura, às 18h30.

Segundo o coordenador do SIM, Pedro Ferreira Santos, a reunião é aberta a quem já produz e àqueles interessados em produzir frango caipira para comércio. No encontro serão abordados a “identificação e cadastro do processo produtivo do frango caipira artesanal dentro da economia solidária no município de Passos”.

“Primeiro, nós queremos conhecer os produtores de frango caipira, ver como eles produzem e, depois, estabelecer as normas sanitárias de produção dentro dos parâmetros da Vigilância Sanitária”, explica o coordenador. “Uma vez regularizados pelas normas sanitárias, esses produtores poderão vender seus frangos no comércio: restaurantes, hotéis, supermercados, feiras livres, com o selo de inspeção municipal (SIM)”, acrescentou.

O setor produtivo de frango caipira será o quarto a ser enquadrado pelo SIM, que já cadastrou o de peixes, doces e verduras, com vários produtores e comerciantes atuando com o selo do SIM. “Vamos aproveitar esse setor, que é grande em Passos, que é o de frango caipira artesanal”, disse Pedro Ferreira.

O selo do SIM significa que os alimentos comercializados em Passos foram inspecionados desde sua obtenção, processamento e comercialização e estão, portanto, dentro dos padrões sanitários. São produtos lácteos, como leite, queijo, doces, manteiga, iogurte; cárneos, como carne in natura, embutidos, defumados, carne seca; e produtos de origem vegetal – doces, conservas de vegetais e produtos minimamente processados.

Com o SIM, a população passa a conhecer a origem dos alimentos que consome e o mercado local conquista maior aceitação e valorização. Por outro lado, a inspeção coíbe os produtos clandestinos, que colocam em risco a saúde pública e podem poluir o meio ambiente. Uma vez no mercado, os alimentos são fiscalizados pela Vigilância Sanitária Municipal.

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